(RE) SIGNIFICAR



Setembro é um mês por excelência de recomeços. Recomeçar pode ser dar um novo significado ao vivido, criar ou procurar fazer de forma diferente.

Cada um tem o seu universo de significados, sendo importante ampliar, reduzir ou aprender a usar os seus, uma vez que nos guiam, mas que podem, de igual forma, limitar-nos ou predizer. É importante este aumento de consciência para ir construindo um projeto de vida cada vez mais livre, aberto e dinâmico.


Para Bright e Pryor (2005), temos de estar aptos para uma realidade pouco previsível e em mudança através do desenvolvimento das seguintes competências:

1) a curiosidade (explorar novas oportunidades de aprendizagem),

2) o esforço (sobretudo na presença de obstáculos),

3) flexibilidade (mudar as atitudes e circunstâncias),

4) otimismo (ver novas oportunidades como possibilidades) e

5) correr riscos (agir perante a incerteza dos resultados).

Pode haver uma necessidade crescente de dar mais ênfase a novas narrativas como forma de (re)significar as nossas vivências, sendo estas estruturais para o dia a dia de cada pessoa.

Torna-se evidente a importância de estratégias que possibilitem a construção de narrativas de vida que apoiem as constantes transições (pessoais, laborais, sociais) e dêem sentido à existência, sobretudo àqueles que se encontram em situações de vulnerabilidade.

*Áreas de Intervenção da Consulta Psicológica de Jovens e Adultos*

- Problemas de relacionamento interpessoal;

- Problemas emocionais;

- Dificuldades na adaptação escolar/profissional;

- Perturbações de ansiedade e depressão;

- Situações de doença aguda ou crónica;

- Apoio na gestão de stress e prevenção do burnout;

- Transições de vida (gravidez, casamento, recasamento, divórcio, luto,...);

- Reorientação de projetos de vida e decisões de carreira;

- Apoio e orientação a famílias multidesafiadas;

- Desenvolvimento pessoal, social, crítico e criativo.

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Bright, J. E. H., & Pryor, R. G. L. (2005). The Chaos Theory of Careers: A User's Guide. Career Development Quarterly, 53(4), 291-305.

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