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Dia Mundial da Saúde Mental: Intervenção Sistémica e Familiar

há 3 dias
1 min de leitura


Hoje, Dia Mundial da Saúde Mental, e após uma aula sobre os «Desafios da Relação Conjugal, Diversidade, Não Monogamia e Infidelidade», dada pelo investigador e psicólogo clínico Jorge Peixoto Freitas, no âmbito do 1.º ano da Formação Introdutória: Intervenção Sistémica e Familiar, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, que estou a frequentar, ressoam em mim as palavras finais, que aplico também às questões de saúde mental, quer se trate de depressão, ansiedade ou outras situações.


Há que conhecer e reconhecer os preconceitos que podem influenciar a nossa forma de olhar, para conseguirmos lidar com eles e desconstruí-los quando necessário, permitindo-nos compreender melhor e estar abertos a novas formas de olhar e intervir, num processo contínuo de aprendizagem.


A experiência humana é única nas suas múltiplas dimensões e não há uma só forma de olhar ou trabalhar estas questões. Há sempre espaço para descobrir novas perspetivas, atribuir novos significados às nossas vivências e encontrar diferentes caminhos.


Que encontremos, fora e dentro de nós, a capacidade de nos reinventarmos, de trabalharmos a nossa saúde mental e de intervir quando necessário, procurando também o apoio de profissionais sempre que fizer sentido neste caminho.


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